sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Os atalhos do SEO e do SEM para aparecer bem no Google, Yahoo! e companhia
Nem só de cliques em anúncios vive a publicidade na internet. O amadurecimento das técnicas de otimização de sites e anúncios online oferece novas oportunidades para as empresas obterem o melhor posicionamento em mecanismos de busca e relacionamento com o consumidor. O Seminário INFO reúne especialistas em SEO e SEM e profissionais de marketing apresentando resultados, desafios e cases de sucesso.
Evento acontecerá em São Paulo dia 16 de Novembro das 08:00 às 18:00h.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Reflita por um instante...
A Lei da Atração pode ser definida da seguinte maneira: Atraio para a minha vida qualquer coisa à qual dedico atenção, energia e concentração, seja ela positiva ou negativa.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Supere as espectativas!
Com a perda de espaço que o site de relacionamento Orkut vinha perdendo para seus concorrentes por não oferecer ferramentas que divulgasse para os seus amigos o que estavam pensando, ou promoções!
A resposta foi a duas semanas atrás a criação de um aplicativo chamado "Promova", que simula espaço publicitário onde qualquer usuário pode divulgar o que quiser para todos os amigos.
Aproveite divulgue essa nova ferramenta que está superando expectativas.
E também já pensou em superar as expectativas dos seus Clientes?
Pense em como oferecer diferencial no seu produto ou serviço oferecido e arrisque!
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Marketing simples e objetivo!
As empresas de tecnologia, por exemplo, adoram expor para os clientes todos os benefícios do produto. Só que aquelas siglas todas muitas vezes não dizem nada para os consumidores que não sejam especialistas.
Percebendo isso, a Apple lançou uma campanha baseada num pensamento estratégico fantástico. Ela posicionou seus produtos de forma simples e humana. Sabe como? Primeiro, a demonstração dos itens é feita em fundo branco, o que já elimina aquela confusão de excesso de informação visual.
E principal: ela focou no resultado final do produto, ou seja, no que o cliente vai ganhar com aqueles benefícios. Seria, por exemplo, como em vez de anunciar que um celular tem Wi-Fi, anunciar que com aquele aparelho você pode se conectar à internet sempre que houver alguma rede disponível.
O estilo da Apple foi tão bom que se tornou vírus e colocou as vendas lá em cima. Tudo porque os clientes se sentiram mais próximos ao produto que comunica simplicidade e essência humana.
Por isso, preocupe-se em aproximar seus produtos dos clientes criando campanhas de marketing simples e objetivas, e principalmente, destacando os benefícios da sua oferta.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
CRM na pequena empresa. O que é isso?
Felizmente estamos assistindo a uma mudança cultural, até pela necessidade das empresas sobreviverem a um mercado cada vez mais competitivo, ou seja, elas estão adotando cada vez mais as ferramentas de marketing, dentre elas o CRM.
Mas o que é isso? CRM significa CUSTOMER RELASHIONSHIP MANAGEMENT, ou seja, gerenciamento do relacionamento.
E a pequena empresa pode adotar essa ferramenta? Certamente, porque em um primeiro momento, basta querer fazer e acontecer. A sua adoção poderá representar um diferencial competitivo em relação aos seus concorrentes. A essência da ferramenta é ter todas as informações possíveis sobre o cliente, principalmente as informações que sejam pertinentes, organizá-las de forma que todos possam ter acesso. Quanto mais informações tivermos sobre o cliente, mais o conhecemos e vamos conquistando cada vez mais a sua confiança. Temos que conhecer o histórico de relacionamento com esse cliente, o que comprou, quando esteve no seu estabelecimento, quanto gastou, se ficou satisfeito com o produto, como o utilizou, etc.
O CRM tem também a finalidade de resgatar essa relação que, em muitos negócios, anda extremamente desgastada, pois não adianta termos milhares de clientes se não conhecemos nenhum deles profundamente.
A importância do CRM está intimamente ligada à importância do atendimento ao cliente, já que o atendimento comprovadamente é a principal razão da perda de clientes em uma empresa.
Assistimos recentemente a uma grande expansão dos cartões de fidelidade, mas essa ação não foi suficiente para tornar a empresa diferenciada no mercado. Clientes não querem só um cartão de fidelidade. Querem um tratamento diferenciado. O cliente quer ser tratado como se fosse o único cliente, quer sentir-se importante e valorizado.
Comece adotando essa ferramenta, definindo uma estratégia para o funcionamento do programa e, além disso, toda a percepção do empresário deve estar voltada para o cliente. Ele é a razão da existência da empresa. Comece a cadastrar esses clientes, mas não seja inconveniente, cadastre-os com a permissão deles.
Identifique hábitos, necessidades, faixa de renda, grau de cultura. Conhecendo esses clientes em profundidade, certamente eles irão sentir-se especiais, com grande chance de trazer resultados expressivos para a sua empresa.
Vamos entender e aceitar que essa ferramenta é parte do negócio e é a base para um tratamento diferenciado dos clientes.
O gerenciamento do relacionamento será uma ferramenta muito importante no futuro, pois o cliente valorizará cada vez mais o atendimento diferenciado. O objetivo principal será sempre manter e reter os clientes lucrativos e sua lealdade, oferecendo sempre algo a mais que o diferencie.
Portanto, mãos à obra e boas e lucrativas vendas.
_______________________________________
Sobre o autor: João Abdalla é consultor do Sebrae/SP
Este texto é de responsabilidade do seu autor não refletindo, necessariamente, a opinião do Sebrae/RJ
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Gestão do Fósforo
Um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal: Estes quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre atendimento que conhecemos.
Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia. Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave.Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente: '- Bem-vindo ao Venetia!'Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático.
No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira, para ser riscado. Era demais! Aquele homem que queria um quarto ,apenas para passar a noite, começou a pensar que estava com sorte. Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro). A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado, naquele local, até então. Assinou a conta e retornou para o quarto.
Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira. Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um. Que noite agradável aquela.
Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar, vindo do banheiro. Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto um cartão que dizia: 'Sua marca predileta de café. Bom apetite!' Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe?De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marca preferida de café.
Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal. 'Mas, como pode?! É o meu jornal! Como eles adivinharam?'Mais uma vez, lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia. O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor.
Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial? Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal.
Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de hoje.
Milhões são gastos em planos mirabolantes de marketing e, no entanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito, mais desconfiado. Mudamos o layout das lojas, pintamos prateleiras, trocamos as embalagens, mas esquecemos-nos das pessoas. O valor das pequenas coisas conta, e muito. A valorização do relacionamento com o cliente. Fazer com que ele perceba que é um parceiro importante!!!
Lembrando que:
Esta mensagem vale para nossas relações pessoais (namoro, amizade, família, casamento) enfim pensar no outro como ser humano é sempre uma satisfação para quem doa e para quem recebe. Seremos muito mais felizes, pois a verdadeira felicidade está nos gestos mais simples de nosso dia-a-dia que na maioria das vezes passam desapercebidos.
Análise de mercado: Atividade que visa obter a direção das mudanças que provavelmente vão afetar os mercados e a demanda de produtos e serviços de uma empresa. Ver Macroambiente.
Análise de portfólio: O processo feito para se detectar as diferentes contribuições dos componentes de um portfólio sob o ponto de vista da satisfação dos clientes, do nível de concorrência, da participação no mercado ou segmento.
Auditoria de marketing: A análise do macroambiente: do produto, dos clientes, do mercado e dos concorrentes para elaboração do plano de marketing
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Dicionário (continuação)
Adotantes retardatários:A última parte da população a adotar.
Análise de mercado: Atividade que visa obter a direção das mudanças que provavelmente vão afetar os mercados e a demanda de produtos e serviços de uma empresa. Ver Macroambiente.
O Trade Marketing
O Trade Marketing analisa os hábitos e preferências dos consumidores para o sucesso das estratégias de marketing e vendas. Define quais canais de mídias serão utilizados, que produtos desenvolvidos e que canais de comercialização para atender as preferências de consumo do público-alvo.
O processo contínuo de fragmentação dos canais de mídias, somado a uma maior especialização dos canais de venda, num contexto no qual o consumidor está cada vez mais difícil de ser conquistado, criou um cenário de competição acirrada no qual as empresas lutam ferozmente por participação de mercado. Nesse cenário, continua sendo fundamental desenvolver marcas fortes que estabeleçam condições de enfrentamento da concorrência, dos canais de venda pela sua comercialização e, o mais importante, o share de preferência dos seus consumidores-alvo.
O Trade Marketing estabelece ainda, a necessidade de se adaptar produtos, logística e estratégias de marketing, de modo a conquistar o consumidor nos pontos-de-venda, com um modelo de parceria entre os fabricantes e seus canais de vendas.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Trade_Marketing"
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Dicionário (contiuanção)
Adotantes iniciais: Aqueles que seguem ou imitam os inovadores e são importantes para a adoção pelos demais grupos.
Adotantes inovadores: O primeiro segmento da população a adotar um novo produto ou serviço.
Adotantes maioria inicial: Um grande grupo que segue os Adotantes iniciais.
Have a Nice Day!
Eles estão mexendo com o mercado!
"Sucesso fez o nosso César, que conquistou Roma ao levar a medalha de ouro na prova mais nobre da natação"
No mês em que César Cielo entra para a história do esporte mundial como o homem mais rápido do mundo dentro d'água e o primeiro brasileiro a ser campeão mundial e olímpico, a Marketing mergulha em um oceano de águas turbulentas e apresenta a você alguns temas que estão causando um verdadeiro tsunami no setor.
Nas páginas a seguir, retratamos o poder das novas ferramentas do marketing digital, como o QR Code, a Realidade Aumentada, as redes sociais e o mobile marketing. Hoje, elas estão para o marketing assim como o maiô X-Glide da Arena, que Cielo vestiu no último mundial, está para a natação. Mas algumas delas ainda correm o risco de seguir o mesmo caminho do Second Life: ir do sucesso ao anonimato em questão de meses...
Sucesso fez o nosso César, que conquistou Roma ao levar a medalha de ouro na prova mais nobre da natação, os 100 metros livres e, de quebra, registrar um novo recorde mundial para a distância: 46s91. Fora das piscinas, nos últimos meses outra brasileira que obteve destaque em duas competições internacionais foi a Ponto de Criação. Em junho, a agência de comunicação comandada por Marcelo Heidrich conquistou um Leão de bronze no Media Lions do Festival de Cannes e uma medalha de ouro no Festival de Nova York. O feito é resultado de um trabalho de reposicionamento que teve início em 2006 e este ano chega ao ápice com a Ponto assumindo definitivamente o papel de "agência completa" para clientes de grande porte, como Mercedes-Benz, Procter&Gamble e Roca Brasil. A reportagem de capa desta Marketing mostra por que os profissionais dessa agência que adora quebrar paradigmas estão mexendo com o mercado.
Enquanto a Ponto nada de braçada em seu segmento, nós iniciamos uma jornada em busca dos Profissionais de Marketing de maior destaque em todo o País. Na onda das novas tecnologias, a partir deste mês começa a ser veiculada uma campanha cheia de ações que utilizam QR Code, Realidade Aumentada e redes sociais para eleger os melhores executivos do Brasil, que serão destaque na 29ª edição do prêmio Profissionais de Marketing. Veja como participar da votação no hotsite (www.revistamarketing.com.br/profissionaisdemarketing) ou ainda em nosso novo blog (www.revistamarketing.blogspot.com).
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Dicionário
4 Cs:O composto do marketing, visto sob a ótica do cliente, a saber, a definição do valor para o Cliente, do menor Custo, da Conveniência e da Comunicação.
4 Ps: O composto do marketing, visto sob a ótica do vendedor, a saber, a definição do Produto, do seu Preço, Promoção e da Praça.
Adoção:Processo pelo qual uma pessoa ou organização inicia o uso de um produto ou serviço.
Até a próxima.
Utilidade
Abraço.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Coca-Cola faz parceria com CinemarkAção
A Coca-Cola e o Cinemark desenvolveram uma ação de marketing em parceria que garante desconto na entrada do cinema durante o mês de setembro. A marca de refrigerantes e a rede de cinemas lançam a promoção “Coca-Cola & você no cinema”, que dá desconto no ingresso nas quase 400 salas espalhadas por 26 cidades.
A promoção é válida até o final do mês. Na ação, o consumidor que adquirir um pacote de seis latas de Coca-Cola ou de Coca-Cola Zero, vendido em supermercados, encontrará um selo impresso na embalagem plástica. Apresentando o mesmo na bilheteria do Cinemark, o ingresso sai por R$ 7.
Advogado 2.0
Tudo muda e o comportamento do consumidor não é exceção. Falar em interatividade é redundância e a questão da minguante fidelidade do consumidor já é exaustivamente debatida na mídia. Não quero “chover no molhado”, mas receio não poder evitar: consumidor fiel é artigo de luxo em tempos de web 2.0. A internet não apenas deu mais poder e conhecimento ao consumidor, mas virou do avesso a lógica do marketing. É verdade que apenas uma parcela da população tem acesso à rede mundial de computadores, mas esse é um caminho sem volta.
Com o poder de geração e difusão de conteúdo proporcionado pela web 2.0, as empresas precisam fazer mais que comerciais criativos para cativar seu público. É verdade, ficou mais difícil, porém, mais desafiador. O consumidor não está mais disposto a acreditar no discurso de autoadulação que as empresas tradicionalmente adotam na old media. Ele só vai acreditar quando encontrar comentários favoráveis na blogosfera, em comunidades de relacionamento, no YouTube, entre tantos outros formatos de comunicação web que encontramos por aí.
O velho boca a boca foi turbinado pela internet e o consumidor passou de receptor a propagador de mensagens, tirando das empresas o controle soberano sobre suas marcas. Com isso, a maquiagem do produto ruim com boa propaganda ficou praticamente impossível.
Já estamos carecas de ouvir falar de marketing de nicho, long tail e que tais, mas, como sempre, o buraco é mais embaixo. É imperativo buscar maneiras de criar empatia entre marca e consumidor se utilizando de ferramentas alinhadas com a nova lógica da web colaborativa e que, ao mesmo tempo, consigam manter uma relação coerente entre o mundo online e o mundo offline.
O advergaming é uma poderosa ferramenta para o estabelecimento de uma relação de confiança entre a marca e o consumidor. Ao transformar seu produto ou marca em protagonista, a empresa estimula o consumidor a vestir a camisa da empresa e entrar, literalmente, no universo da marca.
Quando aliada a uma estratégia de marketing viral, estimulando indicações, comentários e geração de conteúdo, a empresa dá ao cliente o poder de influenciar diretamente a percepção de marca na mente de outros consumidores. Para aquelas empresas que possuem bons produtos e serviços, isso é uma ótima notícia: ficou muito mais fácil fazer com que o cliente vire advogado da sua marca.
A internet trouxe inúmeras formas de disseminação de uma marca, seja por meio de notícia em mídia espontânea, banners, teasers, links patrocinados, blogs, fóruns ou simplesmente a transformação de um anúncio offline em online. Todos esses formatos, quando feitos de forma criativa e, principalmente, direcionados ao consumidor e não mais enfatizando somente a credibilidade da marca, têm grandes chances de atrair a atenção do público em questão. O que quero dizer aqui é que apenas “embelezar” sua imagem já não basta.
É preciso aliar a demanda com a oferta. Ir ao encontro exatamente do que o consumidor busca naquele momento. Nas mídias tradicionais, impressas e eletrônicas, não é possível (e nunca foi) medir a visibilidade de uma campanha, a não ser pelo panorama geral justificado pelos números de audiência ou assinantes.
A era digital traz a possibilidade de criar e recriar, quantas vezes for preciso. Você pode fazer uma ação e retirá-la do ar em segundos, pode mudar o layout ou o conteúdo e pode, principalmente, personalizar a sua mensagem chave. Ao contrário das mídias de massa, a web nos permite segmentar cada tipo de campanha. O número de websites, bem como seus leitores, ampliou o jeito de pensar em cada ação e contribuiu para uma certa “obrigatoriedade” na aplicação da tal inovação.
Mas o mais impressionante não são as inúmeras possibilidades de criação ou ampliação de nossa marca. A web trouxe uma vantagem e, diga-se de passagem, extremamente valiosa: a possibilidade de mensurar, one to one, a repercussão de nossa marca no meio digital.
Imagine que, além de criar conceitos colaborativos para deixar que o público opine e decida sobre a real relevância de sua imagem, é possível também saber se a propagação da marca é positiva ou negativa. A cada campanha, quantos cliques? A cada ação de e-mail marketing, quantos cliques e de quem? A cada site ou hotsite, quantos page views?
Repito e por mais repetitivo que possa parecer, que fidelização é a palavra da ordem. As tecnologias estão prontas para isso, basta aplicá-las em seu dia a dia para medir efetivamente se o seu advogado será o seu defensor ou jogará no time contrário. Transforme o artigo de luxo em uma necessidade eminente na era digital... ops... na era da web 2.0: crie, segmente, personalize e... fidelize. O resto é com você!
* Por Pablo Caldas - diretor da Full Haus, agência de marketing com foco em criação, campanhas e websites.
Fonte:Revista Marketing 06/09
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Regulamentação
R: A criação do Conselho Federal e de Conselho Regional de Marketing,o que existia era um projeto que visava regularmentar a profissão de marketing no Brasil, e dentro desse projeto, a criação desses conselhos. A criação dos conselhos já havia sido retirada, sob agação de inconstitucionalidade e que a iniciativa para abertura desses órgãos caberia ao Poder Executivo, e não aos partlamentares. Já o projeto para regulamentar a atividade foi retirado de pauta no final do mês de maio deste ano. A alegação foi que é necessário alteração no projeto que ele possa ser votato
Fonte: Revista Marketing 08/09
terça-feira, 1 de setembro de 2009
A energia das tormentas como mar de oportunidades
2009 será o ano que promoverá a transparência, a ética, a justiça e a competência para uma sobrevivência dos talentosos
Há um livro interessantíssimo com o título “Em águas profundas”, de David Linch, famoso e controvertido diretor de cinema, cuja principal citação é: “Se você quer pegar um peixinho, pode ficar em águas rasas. Mas se quer um peixe grande, terá que entrar em águas profundas.”
Linch sempre foi transgressor e polêmico e uso sua biografia para entendermos como temos que estar sempre preparados para desafios e superações de obstáculos esperados e inesperados.
Ainda usando o mar como analogia, ao olhar suas ondas e as causas de seus movimentos percebemos que há eternas alternâncias entre a tranqüilidade, suavidade e beleza da sua calma maré e a turbulência, ferocidade e brutalidade da sua temerosa fúria.
Mercados, empresas e negócios são como o mar e como toda a natureza que nos rege; as trocas entre a bonança e a tormenta são a energia adquirida para o crescimento, evolução e desenvolvimento.
Nada é fácil e nada é tão difícil que os preparados empresários não possam enfrentar nestes momentos que chamamos de crise.
Como qualquer outro momento de dificuldade, primeiramente deve ser admitido. O verdadeiro e útil otimismo é aquele em que você reconhece o terreno em que está jogando, analisa, cria uma estratégia e tem a força da iniciativa e prática. Isso lhe carrega de confiança e você se torna um otimista.
O falso otimista é pior que o pessimista com sua inércia: acha que vê o sol durante a tempestade ante a buscar um abrigo para pensar antes de agir.
Portanto, esse obstáculo financeiro pelo qual estamos passando é verdadeiro, vai chegar até nós e provocará mudanças importantes.
E é exatamente esta a sua função: enquanto nos causa profundas alterações e marcas na pele, nos oferece excelente oportunidade para mudar a forma de pensar, fazer diferente e inovar.
Portanto, em crise não se deve bater de frente, mas compreender sua trajetória, suas razões e até seus caprichos para estar presente no terreno após sua passagem.
Uma pretensiosa análise deste momento do mundo em crise: depois de uma torrencial e desastrosa administração George Bush vem uma revolucionária gestão Barack Obama; depois de quase destruirmos o mundo, estamos vivendo o maior consciente coletivo do homo sapiens em prol da recuperação do meio ambiente; depois de séculos de colonialismo financeiro e cultural do Hemisfério Norte sobre o Sul, pela primeira vez o Sul tem real importância no planeta dos homens; depois dos primeiros catastróficos 500 anos do Brasil, de Cabral a Sarney, conquistamos nosso primeiro pão com mortadela com os próprios recursos, como citou nosso respeitoso presidente Lula e que pode nos permitir, se não passar como uma marolinha, estar bem longe de um tsunami como em outras crises que nos fizeram especialistas nelas.
Na comunicação, após o imperialismo das marcas, dos veículos de comunicação e da propaganda, chega o poder das pessoas com sua arma mais forte e democrática do que a bomba atômica e a guerra do Iraque juntas, que chamamos de internet, blogs, portais e web 2.0, 3.0 etc.
As pessoas, na direção do mundo, dos negócios e da sua própria vida. Ou seja, o mundo está um reboliço.
O ano de 2008 registrou muito bem o ano dessa transformação, mágico, com a abertura das Olimpíadas da China e a aberração financeira já marcada, há tempos, para morrer.
O ano de 2009 será o ano que promoverá a transparência, a ética, a justiça e a competência para uma sobrevivência dos verdadeiros competidores com talento.
Seus resultados dificilmente serão tão visíveis em 2009, mas com certeza teremos uma próxima década com o mar em equilíbrio com a terra e o vento, externando todo o aprendizado com novas conquistas.
Portanto, e finalizando, concordo com a visão de David Linch: este é um momento de criatividade e meditação e não de confrontos. Essa medida lhe dará a intuição para seguir em frente.
Fonte: Revista Marketing, 02/09
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Pesquisa - Revista Marketing
Pesquisadores da ABMN e do Ibope Inteligência publicam estudo com as principais características do segmento no Brasil
Realizada entre o segundo semestre de 2008 e fevereiro deste ano, a pesquisa foi inspirada em um levantamento feito pela Associação dos Anunciantes dos Estados Unidos, no qual o marketing foi amplamente analisado durante um período de seis anos. Mais reduzida, a versão nacional contou com a participação de 350 profissionais responsáveis pelo marketing de grandes empresas, como Telefônica, Unimed Seguros, Iveco e Petrobras. “Esse é um primeiro passo rumo ao conhecimento do nosso mercado. A ideia da ABMN é retomar o tema e aprofundar o assunto no futuro”, adianta Valéria Luz, superintendente da ABMN.
Dividida em duas etapas (uma quantitativa e outra qualitativa), a avaliação mostrou que o segmento está passando por uma evolução que acompanha o desenvolvimento do Brasil no cenário mundial. “As empresas estão cobrando do marketing estratégias e planos eficientes para ganhar mercado, tanto no Brasil quanto no exterior”, acrescenta Godoy.
Em busca das principais características presentes no DNA do marketing nacional, a ABMN identificou três tipos de profissionais que atuam no segmento: os precursores, que correspondem a 36% da amostra; os disseminadores (35%); e os viabilizadores (29%). Esses grupos se diferenciam, principalmente, pela predominância de funções táticas ou estratégicas no seu dia a dia. “A maioria dos vice-presidentes e diretores de marketing dos 50 maiores anunciantes do Brasil tem o perfil de precursor, já que são ousados e estão sempre em busca de ferramentas inovadoras para promover a comunicação da marca com os stakeholders”, salienta a superintendente da ABMN. “O profissional com esse tipo de perfil normalmente trabalha em conjunto com o CEO da empresa e participa das decisões estratégicas.”
Uma análise mais detalhada do levantamento mostra que enquanto 32% das empresas de bens de consumo, como o Grupo Fiat, se enquadram na categoria precursoras, 51% das empresas de mídia, publicidade e comunicação são classificadas como viabilizadoras, ou seja, veículos como o jornal Folha de S.Paulo praticam um marketing mais tático. Já a maioria das indústrias de base (26%), como Petrobras e Shell, tem profissionais com perfil disseminador.
É praticamente unânime a opinião de que as ações e decisões da área de marketing geram impacto no faturamento e na direção estratégica da empresa: 94% acreditam nisso, sendo que quanto mais tático o perfil do departamento menor é a percepção desse impacto. A grande maioria dos entrevistados (79%) também acredita que o trabalho realizado pela área exige um bom nível de especialização. Para Paulo Fraga, um dos vice-presidentes da ABMN e diretor comercial do Grupo O Dia – que edita os jornais O Dia e Meia Hora –, o futuro do segmento é animador: “O marketing, junto com o conceito de comunicação corporativa como elemento de posicionamento das marcas, irá ganhar cada vez mais espaço dentro das organizações. Segundo ele, essa tendência leva em conta a existência de mercados altamente competitivos e complexos, o surgimento de novos conceitos (como a questão da sustentabilidade) e a evolução da tecnologia da informação. “Isso muda completamente a forma de interagir com o consumidor e entender o seu comportamento.”
Diante desse novo panorama, o estudo foi concebido de forma a avaliar não só o perfil dos profissionais, mas também a veracidade de quatro hipóteses levantadas pelos membros da ABMN: o desprestígio da área de marketing em relação ao passado; a função secundária da atividade nos dias atuais, por conta de uma possível desconexão com os principais objetivos da empresa; a desigualdade regional existente nos departamentos de marketing das filiais brasileiras em relação à equipe global; e a participação efetiva do marketing na questão da sustentabilidade dos negócios. “O segmento profissionalizou-se, exigindo perfis cada vez mais especializados e focados em resultados, o que derruba a tese de que a área passou a assumir uma função secundária e não alinhada aos objetivos das empresas”, ressalta Valéria.
Por outro lado, nota-se uma grande diferença e uma certa nostalgia na comparação entre o profissional de marketing do passado e do presente. Antigamente, o profissional era ligado emocionalmente às marcas, tinha mais liberdade para gerenciá-las, e a área de marketing oferecia um certo glamour e status. Com o passar do tempo e o aumento da competitividade, ele foi se tornando mais generalista e estabelecendo uma relação mais superficial com as marcas. “Hoje, o executivo tem que lidar com muitas variáveis e influências ao mesmo tempo. Além disso, precisa conhecer profundamente o negócio das empresas e compartilhar com outros departamentos as decisões de branding”, compara Valéria. “Na medida em que direciona seu foco para os resultados, o marketing ganha importância dentro das empresas. Com isso, deixa de agir a partir de um único departamento para tornar-se uma filosofia que permeia diversas áreas da organização.”
No quesito relevância, 73% afirmam que o marketing tornou-se mais importante nos últimos três anos nas empresas em que atuam. Nos últimos anos, a atuação do marketing também ficou mais próxima dos objetivos das empresas, segundo 83% dos profissionais que participaram da pesquisa. Conclusão: em relação ao passado, o marketing perdeu o glamour, mas ganhou importância e prestígio dentro das companhias.
Quando o assunto é ética, a maior parte dos entrevistados acredita que o tema caminha em paralelo com o marketing, sendo que para 74% dos profissionais cada vez mais a área de marketing irá exercer suas atividades transmitindo mais transparência e credibilidade. Ainda assim, 65% reconhecem que há razões para a visão corrente na sociedade que associa o marketing à propaganda enganosa e à manipulação da informação. Porém, a hipótese da participação efetiva do marketing na questão da sustentabilidade corporativa foi comprovada pelo levantamento. Para 45% dos entrevistados, suas empresas apresentam um nível estratégico de desenvolvimento da questão com base nos vetores ambientais, sociais e econômicos. “O marketing é o principal influenciador, apesar de não ser a maior autoridade no assunto dentro das companhias”, informa Valéria.
Outra tese comprovada é o desprestígio do time local frente à equipe global das multinacionais: 75% dos entrevistados afirmam que diante do marketing global o departamento regional não é a principal autoridade no momento de definir ações estratégicas. Mesmo com essa nítida diferença, Fernando Mazzarolo, presidente da McCann Erickson e também vice-presidente da ABMN, afirma que no quesito marketing o Brasil está tão preparado quanto qualquer outro país. “Temos profissionais extremamente bem formados, o mercado é bastante desenvolvido e temos condições de aplicar aqui o que há de mais moderno.”
Mazzarolo acredita que a principal contribuição do estudo da ABMN é a produção de uma radiografia organizada dos diversos perfis da área, o que facilita a maneira de trabalhar com cada um deles. “A evolução do marketing, tanto no Brasil como no resto do mundo, passa pela extrema fragmentação dos pontos de contato com o consumidor e pela revisão profunda do conteúdo entregue. E as agências terão que trabalhar para esse novo consumidor”, completa o presidente de uma das maiores agências de publicidade do País.
Fonte: Revista Marketing
